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Domingo, 09 de dezembro de 2018
 
07/11/2018 16h40 - Atualizado em 07/11/2018 16h40

Bolsonaro anuncia Tereza Cristina como ministra da Agricultura

Andre Farinha
 
 

A deputada federal sul-mato-grossense Tereza Cristina (DEM) será a ministra da Agricultura na gestão de Jair Bolsonaro (PSL), a informação foi confirmada nesta quarta-feira (07) pelo próprio presidente eleito, após reunião com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília (DF), que recomendou a parlamentar para o cargo.

Através da rede social Twitter, Bolsonaro confirmou a nomeação da parlamentar. "Boa noite! Informo a todos a indicação da senhora Tereza Cristina da Costa Dias, Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, ao posto de Ministra da Agricultura.", postou o presidente eleito.

A política é a atual presidente da FPA. Ela se junta a outros quatro nomes já anunciados por Bolsonaro para a composição do seu Governo. Paulo Guedes (Economia); general Augusto Heleno (Segurança Institucional); Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública); e o astronauta Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

Apesar de estar no seu primeiro mandato como deputada federal, Tereza Cristina vem de um crescimento político gigantesco nos últimos, inclusive, esteve cotada para disputar o governo do Estado no pleito passado e até mesmo a ser vice-presidente na chapa encabeçada pelo presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), mas ela acabou apoiando a candidatura de Bolsonaro.

Tereza ficou conhecida no Estado como a ‘musa do veneno’ por defender o projeto de lei que mudaria as regras do registro de agrotóxicos. A lei queria mudar o nome dos agrotóxicos para "defensivos agrícolas" e "produtos fitossanitários", além de liberar licenças temporárias e determinar que a análise dos produtos proibisse apenas as substâncias que apresentem "risco inaceitável".

Ligada diretamente ao ex-governador André Puccinelli, Tereza Cristina foi secretária estadual da extinta Seprotur (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio, e do Turismo) na gestão do emedebista. Também foi diretora-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e diretora-presidente da Empresa de Gestão de Recursos Minerais.

Na política, foi eleita deputada federal pelo PSB, mas deixou a legenda após desentendimentos internos. A política votou a favor da reforma trabalhista proposta por Michel Temer (MDB) e acabou perdendo o cargo de líder do partido e a presidência estadual do PSB, sendo expulsa depois em outra desavença interna. Posteriormente, se filiou ao DEM e está reeleita para o segundo mandato.



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