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Domingo, 24 de março de 2019
 
02/05/2018 11h50 - Atualizado em 02/05/2018 11h50

MS bate a meta de entrega de declarações do Imposto de Renda

Andre Farinha
 
 
Quem não entregou a declaração dentro do prazo ou precisa retificar ou incluir informações pode fazê-lo a partir desta quarta-feira (Foto: Reprodução/TV Globo)
Quem não entregou a declaração dentro do prazo ou precisa retificar ou incluir informações pode fazê-lo a partir desta quarta-feira (Foto: Reprodução/TV Globo)

Terminou na segunda-feira (30) o prazo para a entrega da Declaração Anual do Imposto de Renda para Pessoas Físicas (IRPF). Conforme a Receita Federal, em Mato Grosso do Sul, foram entregues 406.058 declarações, o número está dentro do esperado pelo órgão responsável, de 400 mil declarações. No país, foram contabilizadas 29.269.987 declarações entregues, a estimativa era de 28,8 milhões.

Ainda conforme o balanço da Receita Federal, 317.920 declarações foram enviadas por dispositivos móveis no país.

Quem não entregou a declaração dentro do prazo pode fazê-lo a partir desta quarta-feira (02) com a multa de 1% sobre o imposto devido, limitada a 20%, ou o mínimo de R$ 165,70. O programa para o enviou da declaração para quem perdeu o prazo é o mesmo. Clique aqui para fazer o download.

Também a partir desta quarta-feira é aberto o prazo para os contribuintes que enviaram a declaração incompleta ou com erros, o sistema será reaberto para o envio da declaração retificadora.

Para quem vai retificar, a Receita Federal destaca que a nova declaração ela deve estar no mesmo modelo da declaração original (completa ou simplificada). Também é necessário ter o número de entrega da declaração anterior para informar no novo documento.

É recomendável que o contribuinte acerte as contas o quanto antes para pagar uma multa menor. Assim que emitir a declaração, o contribuinte receberá a "notificação de lançamento de multa" e a Darf da multa. O contribuinte terá 30 dias para pagar a multa e regularizar sua situação.

Além do prejuízo financeiro com a multa, o contribuinte fica com o CPF "sujo", o que pode lhe impedir de empréstimos, tirar passaportes, obter certidão negativa para venda ou aluguel de imóvel e até prestar concurso público até a regularização da situação.



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